banho de sol e de língua às dez horas da manhã

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sorrateiramente, patas brancas no assoalho amarelado, ela desliza entre o silêncio da manhã e a música das teclas desse computador em blackpiano enquanto busco me concentrar entre as muitas questões de livro e leitura, sobre os direitos básicos e secundários de uma pessoa sob a terra. ela se espreguiça, num banho de sol e de língua às dez horas da manhã, janela aberta, orelhas esvoaçantes, pêlo emaranhado de mar e chuveiro, o terceiro ser habitante desse reino me desafia:
deito no chão, na cama, na rede, no colo dela ou nas nuvens?!

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