forte como os ventos que floreiam os cajueiros

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uns dias são mais agitados, outros mais calmos. alguns dias dói absurdamente o peito, noutros a confusão do dia-a-dia me rodeia de afazeres e o pensamento em você faz com que a vida siga mais leve. a vida é dessa forma, meu amigo palhaço me disse sorrindo. esse mesmo meu amigo palhaço também me disse chorando que ’a vida é assim’: recheada de sensações que permeiam nossa dança.

novembro vai se estendendo, vai desfilando rápido e forte como os ventos que floreiam os cajueiros. vamos fechando ciclos, rabiscando novos planos para o vindouro tempo após toda essa piscadela de cores na cidade e fogos de artifício em nosso céu de desejos esperançosos de que tudo vai melhorar.

tenho muita coisa a fazer até que alguns ciclos pessoais se fechem. até lá, perder o medo, aceitar a saudade, receber afeto, partilhar cuidado, resumir em letras o trabalho embrionário de mudar o mundo, fazer aniversário, publicar livro, aprender a cozinhar decentemente, ter mais ritmo, ser mais ousada, responder mais e com mais alvo as afetações deverão ser meta.

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