fazendo história dos amiúdes

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li isso: ‘deve haver o céu dos inéditos‘ e meu coração foi invadido por onda de alegria e beleza. agradeço à Letícia Novaes, que é também Letuce, e embala minha trilha sonora de amor.

diante dessa possibilidade de haver esse paraíso das coisas ainda não realizadas-ousadas-pensadas me deparei com os dias de fevereiro fazendo valer seu peso de efemeridade e folia. dessa vez, meu dois mil e onze será diferente: o mês da festa do carnaval não comportará sua festa da carne e o que é pra ser breve me chega forte e como um muro alto a ser escalado, custe o que me custar.

enfrento, eu enfrento. mesmo com medo, eu vou. mesmo não sabendo, eu danço. mesmo não querendo, às vezes (só às vezes!) eu cedo. e assim meus dias vão marcando agendas e fazendo história dos amiúdes que nunca me são esquecidos e que habitam o mais pequenino detalhe das coisas consideradas incríveis.

financiarei, em parcelas suaves e que me comerão o couro, mas não ficarei apenas a margear esse céu dos inéditos. quero meu lugar, um lugarzinho quente e macio, destinado aos meus caprichos.

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