pés descalços, numa roda de energia

treze de maio de dois mil e quinze. setecentos e trinta dias vivendo no crato.
parece uma eternidade e me assusto com o pertencimento: parece que foi ontem a decisão de colocar sonhos, vontades, coragens, cachorra, passarinho, moto e cama num caminhão.

treze de maio, hoje.
pés descalços, numa roda de energia, sob o céu mais estrelado de todos os céus.

enfim, pousei.

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