e a dor continental de estar tão próxima da armadilha dos pensamentos.

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os dias do desassossego.
bem de perto ele olha, se equilibrando no fio de cabeamento telefônico. me espia, esse soim, esse sagui sem trema que não treme ao latir da cachorra elétrica que vocifera um sai daqui em latidos ensurdecedores.
é calor demais e há a possibilidade das portas abertas, janelas escancaradas e reparamos o muro da comunidade pintada, gente, gesso, grandes sonhos e tantos sóis.
do desconforto, sei o histórico, as marcas ferradas nas células, os alívios e a dor continental de estar tão próxima da armadilha dos pensamentos.
vamos juntos, seja forte, vem comigo, estou aqui, respire bem, cores, conversa, ansiolítico e o mundo lá fora a girar.
aqui dentro um mundo maior a gritar.

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